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  <title>Not even Doom music can save this LiveJournal.</title>
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  <pubDate>Sat, 23 Dec 2006 22:59:22 GMT</pubDate>
  <title>lol internet</title>
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  <description>holy cock-mongling fuck&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
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    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;rofl</description>
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  <lj:music>WWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWW</lj:music>
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  <pubDate>Thu, 23 Nov 2006 20:58:04 GMT</pubDate>
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  <description>&lt;i&gt;					     Fardo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vincent Threefold limitava-se a ver a vida a passar sentado no banco de jardim que há tantos anos servia de miradouro para a sua existência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alto e esquelético, de cabelo preto que lembrava a penugem de um corvo, Vincent era uma personagem sinistra. &lt;br /&gt;Vestia uma gabardine preta, com ar de já ter muitos anos de uso. Vincent também não ligava muito a aparência física, e mesmo se o quisesse fazer, não o podia,  já que era apenas um vagabundo que dormia na rua.  &lt;br /&gt;Só comia graças a uma idosa que ficou muito grata de ele a ter salvo de três bandidos. A pobre velhota não podia fazer mais do que providenciar comida, porque ela própia já era pobre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vincent Threefold fora antes uma poderosa figura no mundo do crime organizado. Em 2029, o mundo é governado pelo crime organizado. &lt;br /&gt;Os governos tornaram-se numa espécie de organizações meramente simbólicas após a III Guerra Mundial, que acabara exactamente há 14 anos atrás. &lt;br /&gt;O rasto de destruição e o colapso financeiro mundial tinham aberto o caminho a estas organizações criminais de tomarem as rédeas do mndo. Vincent Threefold juntou-se a uma destas organizações, a “Trela de Ferro”, em 2020, e rapidamente subiu na hierarquia do crime organizado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A “Trela de Ferro”, beneficiou, e muito, da sua presença, e quase de repente assumiu a supremacia absoluta do mundo. &lt;br /&gt;Mas Vincent não teria atingido patamares tão altos sem a ajuda do seu parceiro do crime, Jurgen Zigmeister. &lt;br /&gt;Jurgen juntou-se à Trela de Ferro ao mesmo tempo de Vincent. Enquanto que Vincent primava pela sua abordagem mais “prática” ás missões, Jurgen era conhecido pelo seu sangue-frio inperturbarável com que cumpria as missões. &lt;br /&gt;O duo ganhou bastante reputação na organização, até que num dia, Jurgen traiu Vincent, e armou-lhe uma cilada, que atirou Vincent para o leito da morte. &lt;br /&gt;Vincent acordou meses depois, no meio de um campo, coberto de ligaduras, e achou diversos utensílios médicos espalhados pela terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jurgen havia-se tornado dono e senhor absoluto da Trela de Ferro. Ele básicamente controlava o mundo, sentado num antigo trono que antes tinha sido utilizado pela família real Inglesa, na antiga catredal de Notre Dame, em Paris, que ele tinha reparado, e remodelado, para servir de autêntico palácio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Vincent continuava a contemplar o estado das coisas. Não podia lutar contra a corrente, não se poderia vingar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então apareceu um homem, um vagabundo, tal como ele, mas com um aspecto muito mais sujo. O vagabundo dirigiu-se a Vincent, meteu-lhe um envelope na mão, e meteu-se a andar para onde ele tinha vindo, afagando nas suas mãos o que parecia ser um maço de notas. Vincent, obviamente intrigado, abriu o envelope. Lá dentro estavam um maço e uma carta, que dizia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vincent! Há quanto tempo já não te vejo! Espero bem que esta carta chegue ao destino!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Utiliza este dinheiro para apanhares o avião para Paris. Vai até a catredal de Notre Dame. Espero-te lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jurgen”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vincent sentiu uma raiva contida há muito dele apoderar-se dele. O tom ligeiramente sarcástico da carta o enervara, o fazera recordar, com uma renovada lucidez, os acontecimentos fatídicos desse dia. Como é que Jurgen sabia que ele sobrevivera? Para que é que Jurgen o queria lá, em Paris? Para armar-lhe outra cilada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vincent pensou, e pensou, e finalmente decidiu, já que não tinha nada a perder, ir a Paris, ir até a Notre Dame, e ver o que o esperava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demorou uns dias, mas lá finalmente ele chegava a Paris. Ou o que restava dela. A III Guerra Mundial deixou as suas marcas, e de que maneira, na outora linda cidade de Paris. Agora era um amontoado de ruinas, barracas, e refugiados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a Notre Dame ainda estava lá, intacta, quase que emitia uma luz que tanto tinha de sagrado como de obsceno, que contrastava com o resto da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Vincent estava prestes a entrar, encontrou duas irmãs gémeas, que se destacaram logo dos restantes habitantes da cidade por não ostentarem um aspecto sujo, de pobre. Uma delas estava muda, com a cabeça encolhida, como que de vergonha, enquanto a outra ria-se, quase eufórica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As gémeas estacaram o olhar em Vincent assim que ele entrou. Vincent sentiu isso e olhou de volta para elas, mas elas simplesmente continuaram a olhar, sem sinal de quererem dizer alguma coisa. Então Vincent ignorou e continuou. Até que, de repente, as duas em coro, gritaram:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se entrares aí, morres. Tu sabes disso, não sabes?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vincent respondeu, simplesmente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Perfeitamente.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Vincent resumiu o seu caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando entrou dentro da catredal, olhou para cima, e viu imediatamente Jurgen, sentado no seu trono, na varanda norte, ao pé dos vitrais seculares. Jurgen simplesmente apontou para o elevador que o trazia até lá. Vincent entrou no dito elevador, que depressa o trouxe até a varanda norte. A varanda estava decorada com diversas mesas,  E olhou para Jurgen, resplandecente como um autêntico rei, o que lhe até ficava bem, visto que ele controlava o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Jurgen disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sabes porque é que te convidei, meu amigo Vincent?”&lt;br /&gt;Vincent respondeu, ligeiramente irritado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não, Jurgen. E não me chames de amigo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jurgen respondeu, com a calma que o caracteriza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mas, mas, caro amigo, não sejamos assim! Aliás, estou aqui a celebrar um dia de glória para o mundo inteiro : o dia em que um de nós morre.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vincent estava confuso. E Jurgen continuou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Chamei-te até aqui porque queria um duelo contigo. Eu tenho tudo. Tenho dinheiro, tenho poder absoluto sobre o mundo. Mas isto já me aborrece. Traí-te para controlar a Trela de Ferro, mas acabei percebendo que nem sequer a precisava. O mundo vergado aos meus pés, e eu acabo por vergar-me aos pés da minha consciência! Acabei por não te matar, porque queria que tu morresses uma morte pela solidão, enfiado numa sarjeta qualquer, mas aqui estás tu, e eu a falar contigo sobre mim! Quem ganhar esta luta, carregará com este fardo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Jurgen... tu realmente mudaste ao longo destes anos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas mal tinha Vincent acabado de dizer isto, sentiu uma bala a rasar-lhe. Duas balas. E institivamente mandou-se para trás de uma estante. No chão dessa estante, estava lá uma pistola, uma prenda de Jurgen. Vincent sentiu as emoções daqueles dias de há muito a voltarem, a entranharem-se na carne, no sangue, e no espírito. Outro tiro rasou a mesa. E mais outro. Vincent respondera com um tiro, que falhou o seu alvo, já que Jurgen disparou mais duas vezes. E Vincent disparou, ou melhor, tentou disparar, já que a única coisa que se ouviu foi um “click”, que ecoou pelas paredes da catredal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fez-se um silêncio glacial, que foi interrompido minutos mais tarde pelo um “clang” bem alto. Jazia uma espada ao lado da mesa onde Vincent se abrigava. Fora a prenda de misericórdia de Jurgen. E Vincent, saindo do seu abrigo, com uma confiança renovada, reparou que Jurgen tinha na sua mão, uma gigantesca Zweihander ornamentada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vincent tentou derrubar Jurgen, mas falhou, o que despoletou uma luta de espada, num estilo medieval, abençoada pela luz do vitral mesmo à frente da varanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que Jurgen ganhou a vantagem, e cravou a esapda no peito de Vincent.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Um fim trágico para o nosso herói… é pena. Queria-me ver livre deste fardo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Então o serás.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Vincent moribundo agarrou na pistola descartada de Jurgen, e desferiu-lhe um tiro fatal no peito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na varanda norte da Notre Dame jaziam os corpos de Vincent Threefold, e de Jurgen Zigmeister, ambos livres do seu fardo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E PRONTOS, ACABEI ISTO! Finalemente... apesar de ter tido de despachar isto, saiu bem. Vou utilizar esta historia como base \m/</description>
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  <pubDate>Wed, 15 Nov 2006 12:01:49 GMT</pubDate>
  <title>Oh bleh.</title>
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  <description>I&apos;m so fscking bored with life recently. It&apos;s the same routine every single day. It gets fucking annoying when said routine sucks. Especially in school, when everyone seems to be either an idiot, or a gigantic gaping asshole.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bleh.</description>
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  <pubDate>Wed, 01 Nov 2006 00:22:50 GMT</pubDate>
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  <description>I don&apos;t feel a thing&lt;br /&gt;and I stopped remembering&lt;br /&gt;The days are just like moments turned to hours&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mother Used to say&lt;br /&gt;if you want, you&apos;ll find a way&lt;br /&gt;Bet mother never danced through fire shower&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Walk in the rain, in the rain, in the rain&lt;br /&gt;I walk in the rain, in the rain&lt;br /&gt;Is it right or is it wrong&lt;br /&gt;and is it here that I belong&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I don&apos;t hear a sound&lt;br /&gt;Silent faces in the ground&lt;br /&gt;The quiet screams, but I refuse to listen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;If there is a hell&lt;br /&gt;I&apos;m sure this is how it smells&lt;br /&gt;Wish this were a dream, but no, it isn&apos;t&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Walk in the rain, in the rain, in the rain&lt;br /&gt;I walk in the rain, in the rain&lt;br /&gt;Am I right or am I wrong&lt;br /&gt;and is it here that I belong&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*guitar solo*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Walk in the rain, in the rain, in the rain&lt;br /&gt;I walk in the rain, in the rain&lt;br /&gt;Why do I feel so alone&lt;br /&gt;For some reason I think of home&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;\m/</description>
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  <lj:music>Cowboy Bebop OST - Rain</lj:music>
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  <pubDate>Sun, 22 Oct 2006 00:07:57 GMT</pubDate>
  <title>lol school.</title>
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  <description>Eu consegui fazer 3 trabalhos em 3 dias. Eu sou o melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In other news, se calhar vou ter &apos;Net em casa daqui a dois, tres dias. Yay!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;me so happy~</description>
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  <lj:music>Cowboy Bebop OST - Sax Quartet</lj:music>
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  <pubDate>Thu, 12 Oct 2006 22:29:13 GMT</pubDate>
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  <description>Ir/voltar de Lisboa com a Kali e o Blaze é engraçado XD&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Other than that, RO is waaaay too fucking addicting. Bleh.</description>
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  <pubDate>Sun, 01 Oct 2006 21:32:33 GMT</pubDate>
  <title>y helo thar, buttseckz</title>
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  <description>Não tenho assim muitas coisas para falar agora. Só queria dizer que estão precisamente neste momento toneladas de ranho a escorrem pelo meu nariz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;this sucks.</description>
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